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Sustentabilidade

Querido(a) leitor(a), quando você ouvir falar em "sustentabilidade", saiba que não é apenas um novo modismo: é necessidade, é sobrevivência! O planeta é finito e assim suas reservas naturais. Se você quiser jogar algo fora, pense duas vezes antes de decidir: muito do que é lixo pode ser transformado ou ainda pode ser reaproveitado. Reflita, imagine possibilidades, crie! Tentaremos publicar ideias legais garimpadas na web, em passeios pelas cidades do mundo e projetos nossos, inspirados na sustentabilidade e na economia. Tudo para evitar o descarte de itens que ainda podem ser úteis e, de quebra, o consumo desnecessário. Se você tiver alguma ideia interessante, envie que publico e lhe dou os créditos!!

quarta-feira, 22 de março de 2017

Era uma vez uma geladeira...

... que estava verde (ou melhor, branca) e amadureceu! Hehehe...

Pois, quem é vivo sempre aparece,  né? Depois de um longo e tenebroso verão, alguns percalços, viagem e etcs, voltamos com a última arte, projeto do marido.

Quando começamos a reformar a casa nos deparamos com a antiga geladeira do sogro. Se bem me lembro (coisa que é bem rara, quem me conhece sabe que esqueço tudo) o motor dela não funcionava mais. Mas marido achou uma pena jogar fora. É de uma marca famosinha no mercado nacional, mas um modelo nada econômico para nossos padrões atuais, o que fez descartar a possibilidade de reformar o motor. Mas ela poderia ser usada de outra maneira. Assim, marido idealizou a geladeira/armário/porta tudo que se precisa pra hora do churrasco (menos a cervejinha gelada, oppssss). 

A geladeira já tinha uns pontos de ferrugem, contudo a lata é das boas, grossa, pesada, nada a ver com as atuais encontradas nas lojas hoje em dia. Valia a pena passar um removedor de ferrugem. Então marido lixou e limpou bem a lata e aplicou o removedor de ferrugem. Essas manchas marrons nas imagens já são do removedor, aplicado com um pincel. O produto, além da finalidade óbvia, ainda deixa uma camada protetora sobre a parte pincelada evitando que a umidade penetre na lata e forme nova corrosão. Os rodízios também foram colocados. Facilita muito no momento de movimentar.





Depois do removedor de ferrugem, veio a "batida de pedra", uma espécie de primer emborrachado, base água, que se usa em lataria de carro para proteger contra a corrosão. Neste caso, usamos como fundo para a tinta, porque ele cobre imperfeições e elimina a necessidade de lixar - não gosto nada de lixar.



E finalmente veio a tinta. As grades internas marido removeu, lavou bem e pintou com tinta na cor alumínio. A ideia era pintar a geladeira de vermelho, esmalte sintético. A cor que comprei (sim, acho que fui eu que pisei na jaca) - vermelho escarlate - não era bem o vermelho que a gente estava querendo. Parecia um vermelho desmaiado, meio rosa. Imaginávamos um vermelho vibrante. Marido, já estava impaciente e chateado (porque ia ter que adiar a pintura) e quase desistindo, quando lembramos que nosso estoque de tintas possuía um amarelo (bem radiante) esmalte e base água. Então a geladeira amadureceu no amarelo.



Quatro demãos de tinta amarela depois, ei-la servindo à sua nova função no espaço churrasqueira/museu da nossa humilde garagem! :D


Pratos e talheres usados nos churrasquinhos e refeições no quintal, limpinhos e bem guardadinhos nas suas prateleiras. No congelador, objetos de maior risco pra desastrados tipo eu, que vivem se cortando ou queimando.


Temperinhos, cuias de chimarrão (sim, temos umas quatro ou cinco), papel toalha, etc...



Marido refez a ligação elétrica depois de remover o motor da geladeira para continuar a usar a iluminação interna. Ficou um charme, porque continua iluminando quando se abre a porta. 


Aqui, fechada! Amarelou... e reparem na parede atrás dela. É de alvenaria, porém, na reforma da casa, marido salvou algumas madeiras e construiu este painel, que foi parafusado à alvenaria. E ali penduramos todas as velharias que encontramos. Logo, logo estaremos pendurados ali também... hahaha.


E ficou assim um dos espaços do meu guerreiro. E como ele nunca está completamente satisfeito, já  vou avisando: está pensando em pintar o piso novamente... rs.


Espero conseguir inspirar você a reaproveitar objetos encontrando neles novos usos ou apenas dando-lhes uma nova aparência. Para este projeto foram usados os seguintes itens:

  • geladeira velha;
  • lixas finas para metal;
  • pincéis;
  • rolinho de espuma para pintura;
  • removedor de ferrugem;
  • "batida de pedra" - encontrado em lojas que vendem tinta automobilística - é base água e não precisa diluição;
  • rodízios para geladeira;
  • tinta esmalte base água amarela;
  • tinta esmalte sintético na cor alumínio;
  • ferramentas para desmontar partes da geladeira como chaves de fenda, philips, alicates, etc.;
  • lâmpada de geladeira;
  • fio elétrico para lâmpada;
  • fita isolante;
  • fita crepe para isolar partes que não podiam ser pintadas.
Um beijo e até o próximo post (que desejo não demore tantos meses, né, tsc, tsc..)!

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A casca do coco como floreira.

Oi gente! Todos preparando a casa para a primavera? Aqui estamos sempre trabalhando com plantinhas, porque o meu jardim nunca está pronto. Claro que a pessoa aqui teve alguns problemas e vocês vão entender logo.

Apesar de adorar plantas periódicas, estas costumam ser mais exigentes quanto aos cuidados com água, terra, carinho, musiquinha (a gente canta pra elas, conversa com elas, rs)... E também existem soluções que duram o ano todo pelo tempo que você não esquecer de regar (hehehe, importante lembrar disso, né?), mais robustas e que pedem menos atenção. As suculentas são um bom exemplo. Eu nem era tão fã delas - curto as opções que tem mais flores que folhas. Entretanto, é sempre bom manter a mente receptiva, pois isso nos faz conhecer coisas diferentes. E diante de uma demanda por conta de uma nova situação de vida, tive que me adaptar. O fato de viajar com frequência fazia com que algumas das minhas flores preferidas ficassem um pouco "desidratadas" - pra não dizer "mortas de sede" - e, volta e meia, perdia belos exemplares, em plena florada, por falta de regas. Tentei algumas alternativas para que elas recebessem água na minha ausência e nenhuma delas foi suficientemente eficiente, até por que cada planta tem uma necessidade. Umas recebiam água demais, e as raízes criavam fungos. Outras de menos e os botões caiam antes de abrir. Como todos sabem, as suculentas são pouco exigentes. Precisam apenas de luz natural abundante (sem necessidade de sol direto) e regas mais espaçadas com pouca quantidade de água (aguentam uma semana na boa). Então, mais uma suculenta foi  "vítima" num projeto.

O que usei:
- a casca de um coco verde, seca;
- tinta spray bronze;
- verniz spray incolor brilhante;
- uma muda de suculenta;
- substrato para muda.

Como eu consegui a casca de coco verde seca? Bem, aqui gostamos de água de coco. Numa determinada época do ano (no verão, normalmente) existe uma boa oferta da fruta e o preço é atrativo. Então compramos bastante, até. Mas marido olhava para aquela casca (olha o gênio criativo da família... é ele ;) ) e pensava que era possível fazer algo mais com ela do que jogar no lixo. Foi aí que, depois de abrir um coco pra raspar aquela gelatina deliciosa que fica do lado de dentro, ele imaginou que a casca serviria como um belo vasinho. Partiu vários deles ao meio com uma serra elétrica, deixou secar e eu fiz este vasinho.




A minha tarefa (bah, difííícil) foi pintá-lo. Não que precisasse; quis fazer uma graça e passei duas demãos de tinta spray bronze, uma demão de verniz spray incolor brilhante e deixei secar por uns dias. 

Chegou, então, a vez da mudinha. No fundo do vasinho coloquei um pouco de substrato para mudas, removi a muda de sua embalagem e passei pro vasinho, fixando-a com mais substrato - dei aquela apertadinha carinhosa pra terrinha ficar firme ao redor das raízes. Pra regar, fiz como se usasse um conta-gotas. Uma embalagem vazia de mostarda pode servir bem para isso. E, fundamental: escolhi um lugar com boa luminosidade! Sua plantinha vai agradecer por este carinho! ;)



Borrifei um pouco de adubo foliar líquido antes de trazê-la pra dentro de casa.






Acho que dá pra enfeitar (fazer um acabamento - não sou boa nisso) um pouco mais com pedriscos brancos ou musgo. Fica bem bacana! Mesmo que a ideia não tenha lhe agradado, mantenha a menta aberta! Você vai começar a enxergar possibilidades em vários outros objetos que nunca tinha imaginado antes e esta é a nossa intenção, além de querer que todos nós reaproveitemos mais coisas e geremos menos lixo! Um beijo e até o próximo!

Este post não é patrocinado!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Dia de jardinar

Oi pessoas! Sim, o blog ficou empoeirado (ou congelado durante o inverno). Então, pra tirar a poeira e, aproveitando a primavera que se aproxima, um pouco de verde e objeto em novo uso.

Marido e eu trouxemos de Curitiba (Caçadores de Relíquias de Curityba) uns tachos/panelas de ferro. Não podem mais ser usados para cozinhar, mas como floreiras... podem!!! Marido deu um tratamento neles para tirar a ferrugem e eu separei o maiorzinho para minha floreira de hoje.


Não sou especialista em jardinagem e arranjos, então, perdoem se não acharem bonitinho. Com certeza tem muita gente que sabe fazer bem melhor. Mas a ideia pode ser aproveitada, né? hehehe... Vamos lá? Escolhi três mudas de suculentas de tipos variados (não sei os nominhos destas aí, entretanto a moda fez com que ficassem disponíveis muitas variedades - escolha a que estiver ao seu alcance), pedrinhas pequeninas (dolomitas), substrato, argila expandida, manta de drenagem, musgo natural, removedor de ferrugem e objetos decorativos.




Forrei a panela com pedrinhas de argila expandida e, sobre elas, a manta de drenagem (pra terra não misturar com as pedras). Em cima da manta, coloquei uma camada dessas pedrinhas que você vê atrás desse vasinho da foto acima (esqueci de fotografar) - brita rosa. E sobre a brita, um pouco de substrato. 



Alojei as mudinhas no tacho/panela e completei com o substrato. Para dar acabamento, usei a dolomita e musgo natural.






E um passarinho lindo, que habita nossa cozinha, gostou tanto que pousou ali... :D




Um caramujinho fofo achou o musgo um bom lugar pra morar.


E os gauchinhos curtiram o espaço novo tomando um chimarrão!


Estou pensando em fazer um banquinho de madeira (com palito de picolé) e mais alguns objetos para criar o cenário de um jardim em miniatura. Acho que vai ficar bem fofo, né?

E como já estava nesta de trabalhar com plantinhas, aproveitei e providenciei uma nova muda de alecrim. Meu pé de alecrim foi contaminado por um fungo no inverno, por conta do excesso de umidade. Então, comprei uma mudinha nova, removi o pé antigo e a terra do vaso, usei um substrato novo e plantei a mudinha. Vamos torcer pra ela crescer sadia. Alecrim gosta de pouca água e de muito calor. Nada de solo encharcado. 



E você? Já está cuidando do seu jardim? Reaproveite peças, crie vasos, pequenos jardins e receba a estação mais perfumada do ano em sua casa! Até o próximo!

Este post não é patrocinado. Empresas citadas não nos pagam para citá-las.


quinta-feira, 28 de julho de 2016

Plantas no banheiro...

Olá pessoa! Muita gente tem dúvidas a respeito de cultivar plantas no banheiro: se pode, se deve, se a planta cresce, como cuidar, que tipo de planta cultivar... A boa notícia é que em qualquer espaço da casa é possível cultivar plantinhas. Existem espécies para todo tipo de jardineiro e para todo tipo de ambiente. Algumas vezes a gente tem que testar, porque clima, luz, tipo de terra, correntes de ar, etc podem influenciar no cultivo. O fato é que uma plantinha de verdade dá sempre uma carinha de aconchego (quando cuidada, né?) e de lar. Pra ajudar no cuidado, faça um calendário (ou um lembrete na agenda do seu celular - uso muito este artifício quando lembro de anotar algo que preciso lembrar, hehehe) e anote um dia da semana para ver se o solo está úmido, se tem folhas secas pra tirar, pra girar a plantinha dando oportunidade de incidir luz de forma homogênea em todas as folhas, pra adubar. Pesquise um pouco sobre a plantinha que escolher para saber de suas necessidades. E, se você não tem o que chamam de "dedos verdes" (aquelas pessoas que tem jeito com as plantinhas), opte pelas mais fáceis de cultivar, como as famosas suculentas e os cactus (pessoa, não se engane, já matei alguns cactus... :/ vergonha admitir isso, mas fazer o que se é verdade?). Dito isto, dei uma pesquisada e selecionei algumas espécies pra compartilhar com vocês e que costumam se adaptar bem ao banheiro/lavabo.

Suculentas e Cactos: como são plantas que necessitam poucas regas, o ambiente úmido do banheiro pode ser suficiente - tanto para suculentas como para cactus - basta que tenham bastante luz natural. De forma geral, as suculentas não gostam de sol sobre suas folhas no horário de pico (melhor de manhã cedinho ou à tardinha) e o o lugar ideal para elas é em qualquer lugar que não pegue o sol direto forte, nem respingos do chuveiro ou da cuba; também não gostam de solo encharcado (então não pode regar demais). Como existem tipos diferentes entre elas (tem algumas com flor, como a "flor-de-maio") é bacana dar uma pesquisadinha. Aqui, um link que ensina cultivar suculentas, pode clicar: Madame Criativa. Já os cactos, apesar de serem consideradas plantas da família das suculentas (todo cactos é uma suculenta, mas nem toda suculenta é um cactos), podem receber sol direto em qualquer horário do dia, contudo adaptam-se bem em ambientes internos, bastando, de novo, que tenham bastante incidência de luz natural. Não suportam terra encharcada (as raízes apodrecem), o ideal é que sejam plantadas em solo bem drenado. As regas, em ambiente interno, podem ser mensais. Vale a máxima de qualquer planta: toque o solo/substrato e perceba se estiver úmido ou seco - se estiver seco, regue. Tanto o cactus quanto a suculenta devem ser regados com pouquíssima água, caso seja necessário. Muitos especialistas recomendam regar com conta-gotas. Escolha um recipiente de bico fino, para poder controlar melhor o fluxo de água (como uma embalagem de mostarda/maionese) e evite molhar as folhas das suculentas ou o cactus, porque eles não curtem. Aqui, um link para aprender a cultivar o cactus: UOL Estilo. Os dois tipos de plantas são bem acessíveis e fáceis de encontrar em supermercados e home center.

(Fonte da imagem: Minha Casa Minha Cara)

(Fonte da imagem: Agenda de Casa)

Zamioculcas: esta planta adora locais sombreados e não suporta sol direto, o que a torna perfeita para ambientes internos. Como as suculentas e o cactus, o solo deve ser bem drenado e não devem ser muito regadas (é preferível pecar pela falta de água do que pelo excesso). E, se estiverem num banheiro, a umidade do banho pode ser suficiente para elas. Repare sempre no substrato. No lavabo é bem provável que se adaptem melhor, lembrando que a luz natural é essencial às plantas - tem muito lavabo que não tem janela e a ventilação é forçada, com exaustores. Aqui, um link para aprender a cultivar as zamioculcas: Cultivando.

(Fonte da imagem: Mundo das Tribos)

Lírio da Paz: esta plantinha é super recomendada para cultivar dentro de casa. Ela serve como purificadora em ambientes internos, eliminando componentes tóxicos liberados no ar. O Lírio da Paz não gosta de sol direto (que pode amarelar suas folhas), nem de ambientes escuros (que bloqueiam sua floração, entre outras coisas). O ideal é ambiente inundado de luz natural, mas sem sol direto. As regas podem ser de duas vezes por semana no verão e, de uma vez por semana no inverno. São plantas bem resistentes às pragas, sendo que seus problemas no cultivo normalmente estão relacionados à luz e às regas. Também é uma espécie fácil de encontrar e acessível. Como gosta de clima tropical, quente, o banheiro, sendo bem iluminado é perfeito para ela. Aqui, um link que ensina a cultivá-los: Jardim de Flores.


(Fonte da imagem: Plantas, Flores & Jardins)

Violetas: as violetas são tão fofinhas, super fáceis de encontrar à venda e super acessíveis para qualquer bolso. Se o dinheiro for problema, é fácil fazer mudinhas com as folhas (basta destacar uma folha, enterrar o cabinho da dela na terra e regar - pouco e com cuidado). Pode, também, deixar a folha num recipiente onde o cabinho toque na água (trocando a água com regularidade pra evitar que mosquitos ponham ovos) e esperar dar raiz: daí é só passar para um vasinho com terra. Tem uma variedade grande de cores nas folhas e nas pétalas. As violetas não gostam de solo encharcado (apodrece a raiz e favorece o aparecimento de pragas), não curtem água sobre as folhas (apodrece a folha e favorece o aparecimento de pragas) e não gostam de sol direto (queima as folhas). Adoram ambientes bem iluminados, como parapeito de janelas, e solo bem drenado. Aqui, um link para aprender a cultivar estas belas plantinhas: Terral.

(Fonte da imagem: Procompra)

Antúrio: uma flor resistente, perene e rústica. Não curte luz solar direta e gosta de lugares com baixa luminosidade (não confunda com escuridão ou locais sem luz natural). Como é uma planta tropical, curte umidade e calor (perfeita em banheiros, que tem o calor e a umidade) e não gosta de geadas. O solo deve ser úmido, mas não encharcado. Pra cultivar, siga as dicas deste site: Jardinagem e Paisagismo.

(Fonte da imagem: Youtube)

Avenca/samambaia: adoram calor, umidade e luz indireta abundante - não suportam ventos diretos e excessivos! O seu banheiro pode ser o lugar ideal pra ela. Adora vaso de barro com ótima drenagem - excesso de água é fatal pras mocinhas. O verde desta espécie é bastante vistoso, né? No banheiro, se o box for grande, é possível fazer até um jardim vertical com elas na parede oposta a do chuveiro, porque ela vai apreciar a umidade e o calor. Basta que tenha uma generosa entrada de luz natural sem incidência de sol direto nem de correntes de vento. Dicas para aprender a cultivar aqui: Jardim de Flores e FazFácil.

(Fonte da imagem: Mônica Cipelli)

(Fonte da image: Dona Flor)

Kalanchoe e Calandiva: outra plantinha super fácil de encontrar e bem em conta. Segundo a Ana Maria, do blog Jeito de Casa, a diferença dos nomes se deve às pétalas: a de pétalas simples é kalanchoe e a de pétalas "dobradas" é a calandiva. Gostam de pouca rega e duram muito. Podem ser cultivadas à meia sombra, então podem receber luz solar direta desde que seja a luz da manhã e do entardecer. Não gostam de receber água nas folhas e nas flores, então regue diretamente o solo. Ah, é da família das suculentas. Aqui você aprende a cultivá-las: Cuidar e Flores e Folhas.

(Fonte da imagem kalanchoe: Mônica Cipelli)

(Fonte da imagem calandiva: Jeito de Casa)

Orquídea: plantas elegantes com flores duráveis e que podem deixar seu lavabo bem chique. Mas atente-se ao fato de que ela precisa de luz natural abundante (e de sol, para florescer), vaso bem drenado (melhor regar menos, do que demais) e não gosta de vento. Também é uma planta que não gosta muito de ser mudada de local. Aqui, dica para quem ser orquidófilo: Orquidófilos.

(Fonte de imagem: Mônica Cipelli)

Bromélias: apesar de parecem rústicas, são delicadas e a maioria delas floresce apenas uma vez na vida, dando brotos e encerrando seu ciclo. O abacaxi é fruto de um tipo de bromélia. Gostam de ambientes bem iluminados e não curtem sol direto. Apesar de acumularem água em suas folhas, o tipo de mosquito que se procria nesta água não é o mosquito da dengue (fonte: CPO). Na dúvida, evite regar sobre as folhas, dirigindo a água diretamente ao solo. Aprenda a cultivar aqui: Giuliana Flores.

(Fonte da imagem: Vila Mulher)

Estas são algumas sugestões pra que você possa ter plantinhas no banheiro. Obviamente existem muitas outras opções, tanto para o clima de cada região quanto à facilidade de encontrá-las. A razão de tocar neste assunto aqui no blog é porque planta (plantada) é uma forma barata e sustentável de decorar. A maioria delas tem uma grande durabilidade. Muitas são fáceis de replicar e fazer mudinhas (assim você pode presentear ou pedir de presente para as amigas). E a variedade de espécies facilita encontrar a planta perfeita para o seu espaço, incidência de luz e tempo para cuidar.

Beijos, boa sorte e até o próximo post!