Oi pessoas queridas! Como fim de ano é sempre época de reflexão, nada como analisar a forma como levamos nossa vida. Hoje me caiu nas mãos um texto de uma blogueira que assino (
Renattha) e que achei bem próprio compartilhar com vocês! Com algumas
adaptações que fiz (com sua licença, Renattha), seguem palavras dela que faço minhas...
"Penas ao vento...
Quem nunca sofreu por ser alvo de comentários maldosos, fofocas ou calúnias que atire a primeira pedra.
Especialmente hoje, com o crescente uso de redes sociais e a rapidez na divulgação de notícias, é necessário tomar mais do que o costumeiro cuidado, para não ter seus comentários e até sua vida pessoal divulgados por aí de forma totalmente distorcida, por pessoas inescrupulosas - as celebridades estão aí pra não nos deixar mentir. E quando os fatos divulgados nem verdadeiros são? Mesmo nossa opinião pode ser preconceituosa/tendenciosa quando não conhecemos os envolvidos.
Semana passada, li algo que gostaria muito de compartilhar, pelo fato de nos fazer pensar mil vezes antes de espalhar informações de algo que não nos diz respeito, ou não há necessidade de o fazer!
Um antigo conto judaico ilustra bem os efeitos de espalhar tagarelice maldosa. Apresentada em várias versões, a essência da história é a seguinte:
Certo homem percorreu a cidade caluniando uma pessoa local. Mais tarde, o tagarela deu-se conta do dano que causara e dirigiu-se ao caluniado para pedir perdão, prontificando-se a fazer qualquer coisa para reparar o seu erro. O caluniado só tinha um pedido: que o caluniador apanhasse um travesseiro de penas e o abrisse, espalhando as penas ao vento. Embora intrigado com o pedido, o tagarela fez o que lhe foi mandado e, daí, voltou a falar com o caluniado.
“- Estou perdoado?”, perguntou.
“- Primeiro vá, e ajunte todas as penas”, respondeu-lhe o caluniado.
“- Mas como? O vento já as espalhou.”
Disse-lhe o caluniado: “- Reparar o dano causado pelas suas palavras é tão difícil como recolher todas as penas."
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Um outro texto - atribuído a Sócrates (o pensador, não o jogador, rs) - dá uma dica que pode ajudar você na hora de decidir entre contar uma coisa ou não! Segue:
As 3 peneiras
Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo. Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo. Suponhamos então que seja verdade. Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta e, arremata Sócrates:
-Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.
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Minha mãe sempre dizia que quem fala mal dos
outros pra
você, certamente falará mal de
você aos
outros, basta que tenha oportunidade. Qualquer pessoa sensata sabe disso!
E pra encerrar, no filme Bambi, o pai do Tambor (seu amigo coelhinho) ensina algo muito lindo ao filho, principalmente pra evitar comentários que fazemos sem pensar: "se você não tiver nada de bom pra dizer a respeito de alguém, não diga nada".
Se nossa vida está ocupada por trabalho, não há espaço para maldade! "Mente desocupada é oficina do..."
Beijos, obrigada pela atenção e muita inspiração pra você!!
Fontes:
http://renattha.wordpress.com/2011/09/18/penas-ao-vento/
http://www.comamor.com.br/peneiras.asp