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Sustentabilidade

Querido(a) leitor(a), quando você ouvir falar em "sustentabilidade", saiba que não é apenas um novo modismo: é necessidade, é sobrevivência! O planeta é finito e assim suas reservas naturais. Se você quiser jogar algo fora, pense duas vezes antes de decidir: muito do que é lixo pode ser transformado ou ainda pode ser reaproveitado. Reflita, imagine possibilidades, crie! Tentaremos publicar ideias legais garimpadas na web, em passeios pelas cidades do mundo e projetos nossos, inspirados na sustentabilidade e na economia. Tudo para evitar o descarte de itens que ainda podem ser úteis e, de quebra, o consumo desnecessário. Se você tiver alguma ideia interessante, envie que publico e lhe dou os créditos!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Plaquinhas identificadoras para jardim e vidro para café!

Oi pessoas! Como está o tempo por aí? Aqui no sul previram chuvas até o final de semana. Neste momento, enquanto escrevo este post, ouço os sabiás cantando bem alto e, volta e meia, umas pancadas fortes e curtas de uma chuva pesada, pingos grossos... tempo perfeito para vir preparar um post sobre as pequenas artes que fizemos por estes dias.

Tenho visto muitas imagens inspiradoras de plaquinhas para identificar plantinhas no jardim. E resolvi fazer as minhas. Daquelas madeiras que não acabam nunca por aqui (ainda da reforma da casinha) tinha uma ripa, de pouca espessura e não muito larga. Marido, que está em outra arte um pouco maior (daqui uns dias mostro pra vocês) e com a serra pronta, cortou a ripa em pequenas plaquinhas.

Estas plaquinhas lixei bem - primeiro com lixa grossa e depois com lixa fina - dei uma demão de tinta acrílica branca (tinta acrílica para tela), mais uma lixada e depois escrevi em cima. Tentei escrever com pincel, mas, além da mão trêmula, a tinta preta estava um pouco espessa e a superfície da plaquinha um pouco rugosa ainda. Então usei uma canetinha de tinta permanente (daquelas de escrever em CD/DVD). Os desenhos também fiz com canetinhas. Para acabamento, verniz spray. Marido grampeou palitos de churrasco na parte traseira de cada uma e pronto! Cá estão!
















As pequenas mudas de limão e bergamota consegui plantando sementes. Vai demorar um pouco até se tornarem árvores, mas a emoção de ver a sementinha crescer é diferente de comprar a muda pronta. Parece que tem muito do nosso "dedo verde" ali.  A muda de amora cresceu numa das calhas da casa - que a pitangueira cobre. Provavelmente um sabiá se alimentou de uma amora numa árvore próxima e defecou sobre as folhas acumuladas na calha. As folhas foram substrato perfeito para a sementinha, que cresceu forte. Marido encontrou a muda enquanto limpava a calha e a transplantou para um vasinho. Agora já está num vaso maior, com terra nova, adubada e fértil. O limão caipira foi caçula que plantou a sementinha. E a lavanda, antes que esqueça, me venderam por francesa. Mas estava vendo num link aqui - depois de ter feito a plaquinha e as fotos, claro, hehehe - que este exemplar é uma LAVANDA INGLESA. Confira no blog Jardinet. Mas eu tenho lavanda francesa também, olha só! Então é só mudar a plaquinha de vaso! ;)

Com a chuva está tudo molhado e escuro, mas reparem que a folha da lavanda francesa é serrilhada, enquanto a lavanda inglesa (lá em cima) tem a folha lisa.


E como jardim cuidado atrai visitantes amados, procuramos mantê-los sempre por perto com uns agradinhos. Os sabiás laranjeira fizeram ninho na pitangueira (nem foram bobos, pensaram na safra de pitangas que está próxima) e resolvemos deixar mamão e bananas pra eles complementarem a alimentação dos filhotes. Com isso, vieram também o sanhaçu papo laranja (novidade deste ano) e o cinzento (quase azul) que já é freguês. A água docinha atrai beija-flor e mais um amiguinho também (não sei o nome dele). O "camarão" também atrai beija-flor...








E agora, o vidro de café. Marido ama café e depois que descobriu que o sabor do café moído na hora é muito melhor, comprou um sacão de grãos - tem café até 2025 - e que, obviamente, eu não tinha onde guardar depois de aberto. O café, tanto moído quanto em grão, deve ser guardado protegido da luz, em local seco e longe de produtos com odores fortes. Lembrei que tinha um vidro grande e transparente. Queria revesti-lo com um adesivo vinílico, mas marido achou que seria interessante pintar com tinta esmalte fosca (tinta para lousa). E ficou assim... não reparem na letra infeliz da pessoa que vos escreve, ok?



E então? Gostou? Coisinhas simples do cotidiano, com um pouco de carinho ganham uma versão mais poética, mais alegre. Inspire-se você também e faça umas pequenas (ou grandes) artes em casa. É terapia, é alegria, é carinho com o nosso espaço para tornar melhor o viver! Uma excelente semana pra você!

P.s.: este post não é patrocinado.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Uma janela para o jardim...

Oi pessoas! Estava trabalhando nesta janela já tem alguns dias. E neste final de semana terminamos. Era uma janela da casa de meu avô (já falecido). Meu irmão resgatou algumas e minha cunhada customizou as que estavam melhores pra decorar a casa dela. E esta tinha ficado de lado porque estava meio quebradinha nos cantinhos. E eis que me ofereceram... supimpa!!! Claro que peguei. Não é porque tá judiadinha que não dê pra aproveitar em alguma arte, né? E assim, nas imagens abaixo, mostro o que fizemos com ela!


Primeiro, lixar e completar espaços quebrados e buracos com massa pra madeira. Daí lixar de novo! Marido, engenhoso, bolou uma prateleira com um pedaço do que foi um cavalete que encontramos atirado na rua. Mais umas lixadinhas e fomos pra pintura.


Uma demão de fundo branco e duas demãos de tinta esmalte base água. Mais uma lixadinha - agora na mão - pra dar aquele jeitinho de peça judiada e a janela está pronta para os próximos passos.


Bem, minha ideia era uma tela metálica (a tal tela de galinheiro) nas espaços superiores e espelhos nos dois espaços inferiores e menores. Cortamos a tela e grampeamos no verso da janela. Usamos um grampo menor pra não estragar a madeira. Santo grampeador, viu pessoal! Essas ferramentas são de grande ajuda. Estava com receio de que o grampo pudesse rasgar a madeira e pensava em fixar a tela com preguinhos. Mas a ideia do marido (mais teimoso do que eu, hahaha) foi melhor!


E então, os espelhos. Estes, fixamos usando uma folha de papelão (pra não riscar o espelho) e um preguinho pequeno usado para prender vidros em janelas de madeira.


Ficou assim (repare no detalhe, canto superior esquerdo da imagem abaixo, o pequeno prego). Pra encerrar, os ganchinhos que permitirão pendurar esta janela na parede (acabaram as paredes livres daqui de casa, hehehe).


Nesta imagem abaixo podemos ver a parte da frente da janela, agora com a customização encerrada, percebendo onde ficaram a tela e os espelhos.


Daí fiz uma graça: coloquei minha corujinha, vasinhos de flor, lembrancinha de viagem, florzinha de lata que a cunhada fez e me deu, um coração que achei jogado o lixo - é, não se assustem, mas encontramos até corações no lixo...


E não é que deu uma bela janela? Reflete um pequeno jardim, duplicando as florzinhas e o verde! :D Na parte telada, dá pra pendurar muitas coisas. Marido sugeriu fazer ganchinhos com clips e pendurar chaves, chaveiros, um bilhetinho, bijuterias... Os espelhos podem refletir o que você quiser colocar em frente. Pode ser aquela fofa coleção que você está aumentando com muito carinho.
Na cozinha, podem organizar temperinhos - a parte telada, suporte para pequenos e coloridos utensílios domésticos... aí vai do momento e da necessidade de cada um.


Gostou? Espero que sim e que também tenha lhe inspirado fazer uma arte qualquer com um objeto desacreditado!

P.s.: este post não é patrocinado.

domingo, 23 de agosto de 2015

Customizando um caderno...


Oi pessoas! A filhota caçula, agora já universitária, precisava de um caderno de desenho - pra desenhar bichinhos ou plantinhas no curso de Ciências Biológicas. Daí que esqueci e tive de recorrer ao supermercado, que só tinha opção entre aquela boneca famosa americana ou robôs. Das alternativas, a carinha da boneca era a "menos pior". Mas levei pensando: vou customizar! E foi o que fiz. Do que precisei? Veja:


  • um caderno de desenho comum, tamanho universitário (este era capa dura);
  • tecidinhos;
  • fitinhas e acessórios para arremates fofos;
  • tesoura;
  • uma régua (preferencialmente aquelas metálicas, mas pode ser qualquer outra);
  • estilete;
  • pincel para artesanato;
  • cola branca e
  • tesoura.

A coisa toda é bem fácil. O que demora mais é a secagem da cola branca, ainda mais se o tempo estiver se preparando pra chuva, né? Neste caso, a umidade do ar retarda o secamento. Uma solução, se você tiver pressa, é usar o secador de cabelo para acelerar a secagem. Aqui não foi preciso. 

Como faz? Fácil! Você vai recortar o tecido ligeiramente maior que capa do caderno em três dos lados (a sobra será dobrada para dentro). Aplique cola branca na capa usando um pincel (destes de artesanato). Posicione o tecido sobre a capa (cuidado para não se aproximar muito do espiral). Estique o tecido evitando deixar bolhas. Aguarde um pouco até secar, vire a capa e dobre as sobras para o lado de dentro, passando cola no tecido e na parte da capa que este pedacinho irá cobrir. Aguarde secar novamente e faça um acabamento usando uma página em branco do próprio caderno. Corte os excessos do papel com estilete usando a régua (pra ficar bem retinho).


Volte para o lado externo e acrescente algum detalhe fofo para fazer o acabamento. Aqui usei uma renda de algodão. Colei com cola branca e dei mais uma demão de cola em toda a capa, por cima do tecido. Repita todo o processo na outra capa. Esta é a capa traseira do caderno, numa estampa mais graúda. 


E esta a frente, com a estampa mais miúda e dois detalhes com renda. Frente...


... e atrás!


Frente e verso! 


A customização foi simples e pequena. O caderno continua feminino, contudo sem parecer infantil. É único e não custou caro! Espero que ela faça muitos desenhos nele e conserve-o por toda a sua vida (é demais? ok, por toda vida estudantil é demais? hahahaha). Uma pequenina lembrancinha da mamãe para suas atividades acadêmicas!

Inspirou você? Dá pra fazer a mesma coisa usando uma roupa velha mas muito querida, aquele tecido lindo do vestidinho que manchou/rasgou/não tem conserto, sobras de alguma arte (esse tecido era sobra de outro caderno que encapei para fazer meu diário de viagens)... Um beijo e até o próximo!!

Ps.: este post não é patrocinado.


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Um abajur...

"Um abajur cor de 'carne'... (quem nunca?) hahaha! Foi irresistível não lembrar da música do Ritchie - Menina Veneno - sucesso dos anos 80 e que eu sempre cantava errado (o certo é "abajur cor de carmim"). Certo, me denunciei... esqueçam este deslize e vamos ao que interessa? 
Marido e eu guardamos muitas garrafas de vidro - muitas meeeeesmo - e algumas delas, às vezes, tem destino certo. A garrafa que separamos para este projeto é uma garrafa de pinga (cachaça) com formato quadrado, transparente, incolor. Com um cordão de luz (aquelas luzinhas que decoram a árvore de natal) de led, a garrafa de pinga e uma cúpula para abajur fizemos nossa luminária. Já vi que muitas blogueiras fizeram também e é bem fácil. 



Você vai precisar de:

  • furadeira;
  • broca para vidro;
  • uma garrafa de vidro;
  • cúpula para abajur;
  • cordão de luz (as luzinhas decorativas para árvore de natal);
  • uma rolha (pode ser usada);
  • cola de silicone.
Primeiro limpe/lave bem a garrafa e aguarde secar. Você vai precisar fazer um furo na garrafa, próximo da base. Precisa ser grande o suficiente para passar todo cordão de luz por ele, deixando pra fora apenas o plug que irá para a tomada e o botão de liga/desliga. 




Depois disso, precisará fixar a cúpula na garrafa. Use a cola de silicone. Caso queira, algum dia, desfazer o projeto, a cola de silicone é fácil de remover. Para fechar o gargalo da garrafa - evitando que insetos entrem nela - use a rolha. 




Prontinho! Mais fácil, impossível.





Gostou? Inspire-se também e faça a sua! Beijos e até o próximo!

P.s.: este post não é patrocinado!